Schoenstatt um Movimento

 

 
Santuarios de Schoenstatt
 
  18 de outubro de 1914: um grupo de jovens seminaristas com o seu diretor espiritual, o Pe. José Kentenich, reúne-se na antiga capelinha em Schoenstatt. A Europa estremecia com o início da primeira guerra mundial e os jovens sabiam que seriam convocados para a luta. Pe. Kentenich lhes propõe a ousada idéia de selar uma aliança com Maria: presentear-lhe o esforço quotidiano pela santidade, pedindo que em troca ela transformasse a capelinha em seu santuário e, dali, intercedesse junto de Deus as graças necessárias para que eles fossem fiéis no seu caminho de santidade.
  1918 – final da guerra. Ao seminário em Schoenstatt retornam muitos dos seminaristas que tinham sido chamados às armas. Junto com eles, chegam também ex-combatentes que tinham conhecido os seminaristas-soldados, tinham ouvido da congregação mariana e da capelinha consagrada à Mãe de Deus em Schoenstatt e, principalmente, tinham se empolgado com os ideais de transformar o mundo a partir da aspiração à santidade vivida nas coisas comuns do dia-a-dia. Também eles queriam se incluir na Aliança de Amor de 18 de outubro de 1914. Com este grupo de jovens idealistas nasceu o Movimento Apostólico de Schoenstatt, em 20 de agosto de 1919.
  Em 1920 formaram-se os primeiros grupos femininos e pouco a pouco se foram organizando diversos grupos e comunidades de acordo com o sexo e o estado de vida. Em 1926, para atender ao crescente movimento, das suas próprias fileiras, o Pe Kentenich fundou o Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, o primeiro dos seis institutos seculares da Obra de Schoenstatt.
  Hoje, passados 100 anos desde a fundação, o movimento está presente em todos os continentes. Seu lar espiritual permanece a capelinha em Schoenstatt, o ‘santuário original’, reproduzida fielmente nos mais de 160 ‘santuários filiais’ espalhados pelo mundo. Com uma organização original, o movimento é uma grande federação de comunidades juridicamente autônomas, que estão unidas pela mesma espiritualidade e o empenho comum: a renovação religioso-moral do mundo. A vivência fundamental permanece a Aliança de Amor com a Mãe de Deus, a mesma aliança selada pelos seminaristas congregados. Como um todo, o movimento se concebe como uma família: com um pai na pessoa do fundador, com a presença materna de Maria e um lar comum no santuário.
 
 
 
 
 

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