Pe. Kentenich

 

 

Santuário Tabor

     Um dos maiores presentes que os movimentos eclesiais trazem à Igreja é aquele da sua espiritualidade. O que é espiritualidade? É uma forma original de encarnar na vida quotidiana as verdades da nossa fé. Por exemplo, uma verdade da fé me diz que pelo Batismo sou filho de Deus. Uma espiritualidade correspondente me estimulará não somente a afirmar esta verdade mas, principalmente, a ‘viver’ como filho de Deus.
     A espiritualidade do Movimento de Schoenstatt tem um caráter mariano. Pela Aliança de Amor com a Mãe de Deus, o schoenstattiano aceita e afirma para a própria vida a realidade que, pelo Batismo, Maria tornou-se sua Mãe e Educadora. Praticamente, isto supõe colocar nas mãos de Maria o esforço no caminho da santidade e deixar-se educar por ela ao ideal do homem novo que Cristo viveu e anunciou. A vinculação a Maria conduz a uma atitude mariana, dispondo a pessoa a se decidir livremente, com Maria e como Maria, para a aliança com Deus.
    A Aliança de Amor tem sua aplicação pedagógica no esforço quotidiano pela santidade de todos os dias, tornando-se concreta nas contribuições ao Capital de Graças, que são os pequenos e grandes esforços no caminho da própria santificação ofertadas a Deus pelas mãos de Maria.
       Schoenstatt se compreendeu desde o início como um movimento de renovação religioso-moral do mundo, despertando nos seus membros uma forte consciência de missão. Deus é aquele que pode usar instrumentos pequenos e frágeis para grandes obras. Pela Aliança de Amor, o schoenstattiano tem a convicção de poder ser, como Maria e nas suas mãos, instrumento para a renovação do mundo.
     Maria, como educadora do cristão, conduz seus filhos ao Pai. Ensina-os a fé na Divina Providência, que vê as indicações do amor e da vontade de Deus nos mais diversos acontecimentos da vida pessoal e do mundo.
 
 
 

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